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O Ceifar da Escuridão.

Dentro de nós encontra-se a Luz e a sombra, o belo e o feio, o bom e o mau. Em um sentido simbólico, somos como jardins que andam, que se movem pela vida em uma constante peregrinação. Mas jardins devem ser cuidados diariamente, pois as pragas são muitas, de variados formatos e formas, e todas querem o seu lugar naquele espaço. É através da nossa força de vontade que arrancamos as ervas daninhas da nossa própria mente, cortando a grama da alma e alimentando a terra do nosso ser com a água cristalina do Amor. Devemos rastrear em nós mesmos quais são os mecanismos que fazem com que nossa mente oscile tanto, seja para a esquerda ou para a direita, para o claro ou para o escuro, para cima ou para baixo. Observe que, para aqueles que sabem ver as coisas, tudo é sinal de aprendizagem, tudo é motivo de ensinamento, e a natureza é mestra nesse aspecto, o aspecto da superação de obstáculos e de ascensão rumo à Luz. A escuridão poderá ser dissipada se acendermos uma pequenina vela, assim como a lua cheia, ela “sozinha” dizima a escuridão da vastidão do céu. Da mesma forma somos nós, espíritos que estão em corpos sobre o firmamento terrestre -, devemos nos capacitar através do treinamento físico e espiritual; dia após dia, aprendendo a perceber esses sinais, mesmo que diminutos. Todos nós estamos interconectados, ligados pelo Cosmo, pelos elementos da Mãe Divina nos cumes e vales da imensidão do nosso Ser.

Sendo assim, modifique sua consciência afim de ser frio ou quente ao ponto de perceber que tudo está em oscilação: nós e os demais seres. E é frente a isso que buscamos a paciência para com a variabilidade e a dor dos outros, pois essa é a verdadeira compaixão, é compreender que obstáculos irão surgir e poderão lhe vencer (ou nos vencer), mas isso não significa que perdemos a guerra naquele momento. As trevas possuem a sutileza e a sagacidade de vencer algumas batalhas; sim, mas mesmo nessa situação, na posição de não vitória frente a um problema que isso quer dizer que estaremos impedidos de vencer as demais batalhas, de nos fortalecermos ainda mais, chegando até o final e conquistar a guerra. Falamos aqui não apenas no prisma da luta exterior, das batalhas do dia a dia, mas principalmente da guerra interior. O Peregrino (a) em sua árdua caminhada pela experiência corpórea, jamais deverá se desesperar em meio às sombras das amarguras da vida. Lembre-se que é das nuvens mais escuras que descem as águas que fertilizam e auxiliam a natureza no processo de continuidade da existência, propiciando uma contiguidade aos demais seres.


Texto e foto: Monge Junrei

Que a Luz do Alto esteja sempre em nossos Caminhos.


Gratidão

Namastê.


 
 
 

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